Julgar é

 

Será?

 

 Estava eu parada na esquina, esperando certa carona com minha amiga do coração, quando veio em nossa direção um carro com um homem forte (do pescoço pra cima), alto, com cara de mau, OPS, ouvindo a musica da “Britney Spears”, mais especificamente “BABY ONE MORE TIME” para quem não sabe o primeiro sucesso da cantora, que eu amava na adolescência e curto hoje (ninguém é perfeito).

Pensei:

- SO PODE SER GAY????????????

Como diz o ditado cada um com sua certeza, a minha me garantia que o adorador da Britney era gay, como podia não ser e acabar com minhas noites mal dormidas.

Isso me fez para pra pensar.

Que diferença isso iria fazer na minha vida? Eu estava cometendo uma das coisas que mais odeio no ser humano “Julgar”, falar demais e ainda por cima da vida alheia.

Você vive de acordo com a vida dos outros ou da sua?

É notório que a sociedade impõe regras e julga bastante quando alguém foge da mesma, mas elas existem exatamente para serem quebradas. Particularmente eu adoro quebrar regras e às vezes ate de conceitos bobos que sempre idolatrei.

            Antes eu ate me importava com que os outros pensariam ao meu respeito, mas agora não dou muita importância, vivo de acordo com as minhas regras e dos valores que ainda acredito, acima de tudo vou vivendo a minha verdade.

É claro que as pessoas falam, julgam (eu sei), mas fazer o que. O mal do corpo é a língua, cuidado pessoal às vezes morremos com nosso próprio veneno.

 

 

 

 

 

domingo 08 junho 2008 21:12


Menina

Blog de simplesmentelarissa :Tudo azul...., Menina

 

Na relva verde              

A chuva fina

Molha o corpo

Da débil menina.

 

Inocência a cantar

Pérolas líquidas a devorar

Brinca com a pele molhada

Sem com nada se preocupar.

 

A chuva penetra

Na alma, na grama

Na calma da rama

Folha que o vento esparrama.

 

Se desmancha no róseo da face

Na brancura da brisa

No jardim de estrelas liriais.

 

Pirapora  MG  

 

 

De Juraci de Oliveira Chaves

para Larissa

segunda 02 junho 2008 20:56


Meu sol

 

De certa forma você nunca se apaga

Às vezes quando te procuro

Não aparece

E do nada surge,

RADIANTE

O meu amor por você

Renasce todas as manhãs

E não há um dia sequer

Que ele não aumente

Por esse seu Brilho

Por essa sua forma de viver

Pela sua garra

Por sua personalidade

FORTE E IMBATÍVEL

As vezes tento te colocar

Dentro do bolso

Para te livrar

Das tempestades e trovoadas

Te levar

Para bem longe

Onde você possa

Brilhar e Ser Feliz

E o meu ego se alimentaria

De ver o seu feliz

Espero que meu sol

Nunca se apague

Porque é por ele

Que renasço

Todas as manhãs

E que vivo meus dias

A espera de vê-la

BRILHAR

 

Para meu Eterno Sol, minha mãe  JURACI DE OLIVEIRA CHAVES.

Glaucia Larissa

 

 

 

segunda 26 maio 2008 19:49


My rabbit white

MY RABBIT WHITE

 

Sempre gostei de animais, até que um dia eu ganhei um, ele não era um cachorro, muito menos um gato, ele era um rabbit.

Tudo começou quando eu descobri que o ex namorado da minha melhor amiga que naquela época era atual tinha criação de coelho e pedi com a cara mais lambida do mundo um rabbit pra mim, assim ganhei o meu primeiro e memorável bichinho de estimação.

Ele chegou em casa, com poucos dias de vida, cheio de manhas e nós demos para ele o nome de Gugu. Como ele ainda era neném dormia em uma caixeta toda cheia de pano macio e odiava uma fita vermelha que colocávamos nele. Tudo isso para não pegar quebrante. Segundo os mais velhos todo recém-nascido precisa de uma fita vermelha para não pegar quebrante...  (Nem precisa falar que para mim e toda família o meu novo rabbit era o filho mais novo da casa...)

             Lembro com muita saudade os momentos que passamos juntos e como ele sofreu na minha mão principalmente quando eu o levava para passear e todas as colegas existentes do colégio e do bairro queriam agarrá-lo, fora quando nós saíamos e dávamos as guloseimas  para ele que incluía pastel frito, bolachas recheadas e o que mais estivesse ao nosso alcance. Nem preciso dizer que os hábitos alimentares do Gugu não eram nem um pouco saudáveis para um coelho o que o levou a ficar um pouquinho obeso e a ser confundido diversas vezes por crianças lá da rua por cachorro.

             Ele fazia cocô e xixi pela casa inteira e minha mãe odiava, além das empregadas que nunca paravam em casa, culpa dada ao Gugu, mas o fato de não acharmos nenhuma secretária do lar que gostasse de coelhos isso não abalou a nossa estrutura familiar, o nosso adorável e nem um pouco adestrado Gugu continuou firme e forte no nosso querido e bagunçado lar que nesta ocasião estava cheia de caquinhas e xixi pela metade da casa.

Depois de certo tempo ele passou a ficar na varanda do prédio onde morávamos por insistência da minha mãe, que odiava a sujeira que ele fazia dentro de casa. Quando não obstante  dava  uma de homem-aranha e pulava do prédio, fato que se repetiu várias vezes para nosso desespero. Ele parecia gente e depois de algum tempo percebeu que ficar dentro de casa era melhor que na varanda do prédio, sendo assim, foi um sacrifício para mantê-lo fora, porque toda vez que  íamos fechar a porta ele entrava correndo atrás da gente e ficávamos com dó.

             Numa noite fria fui embora para a faculdade e o deixei. Parecia triste como eu. Quando voltei nas férias, ele ainda estava lá.

 Mas... um dia, apareceu morto e levou um pedaço de cada um de nós. Foi concorrer com o manjar dos ratos e não resistiu. O nosso coelhinho que mais parecia cachorro virou estrelinha no céu.

 

 

 

segunda 26 maio 2008 19:30


Passado

Passado

Numa festinha mais ou menos quinta-feira eu pude perceber que ninguém vive de passado e se viver é “ESTÚPIDO”. O presente nos fornece tantas coisas boas, legais, e é obvio que quando a gente sai de um relacionamento mal-sucedido nos sentimentos um caco, mas as males que vem para o bem, serve de lição, amadurecimento para outro relacionamento.

E é totalmente mentira dizer ESQUECI, genteeeeee  ninguém esquece ninguém, o que eu sempre digo é “Essa pessoa passou a se tornar indiferente pra mim” e só, mas agora esquecer AFF... Nunca,  só se você tiver uma amnésia , aí e outro caso.

Espero encontrar alguém que supere as expectativas, mas esta difícil é sempre a mesma coisa o Boo não acontece, enquanto isso sigo “SÓ”, mas antes só do que mal acompanhada , até um certo tempo atrás ficaria mal acompanhada mas com companhia. Mudei, amadurecir e ando gostando dessa fase, AMANDO cada minuto EU e Eu.

 É não posso deixar de mencionar as pessoas Instantes (cada minutinho vale a pena), isso tudo porque a intensidade do momento é verdadeira, não significando, tempo, horas, etc... Amo essas pessoas... Significam muito pra mim... Alimentam meu ego... Me faz acreditar que ainda existem seres humanos confiáveis no mundo... Descartando o tempo da relação...

Kisses for you

domingo 18 maio 2008 13:19


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